3.10.07

Menina de Flor

Um dia eu fui assim
Metade menina, metade flor
Com o coração cheinho de amor
Um dia eu fui…de verdade!
Vai dizer que não sente saudade
Do tempo que eu inda era
Vestida de primavera
Da cabeça até os dedo do pé
Vai dizer que não é
De chorar das lembrança
Que eu inda tinha esperança
De voltar a ser… de verdade
Ah!Menina Saudade
Menina de flor
Menina de amor
Que não volta mais
De verdade?
Vai falar que não conta
Os minuto, os segundo
Pra poder voltar
Mas sabe não volta
Minha alma tão torta
Metade flor, metade menina
Guardadas no coração
Joga a chave fora
Meu bem não chora
Que então não demora
Meu eu de verdade.
Por Meg, em um dia qualquer que eu não me lembro mais.

Ser criança é bom né? Nada de contas a pagar, trabalho da faculdade pra fazer, chefe pra cobrar..Aff!!!!!!!2 alto?! Deixa eu voltar a ser criança?

[claudia.magnolia@hotmail.com]

claudiamagnolia    10:42 — Arquivado em: Sem categoria


26.6.07

Mudei

OI pessoas!

Meu blog mudou para:

http://www.pormeg.blogspot.com

Bj

Meg

claudiamagnolia    18:03 — Arquivado em: Sem categoria


8.5.07

Desabafo

É, talvez ninguém perceba o que eu percebo
Por isso ninguém se escondeu com medo
E ninguém olhou assustado
Para aquilo que eu vejo
Talvez eu seja mesmo inanimado
E as minhas vírgulas, soluços sem fim
E talvez ninguém se esqueça de mim
Se um dia eu for enjaulado
Pior que um animal faminto
Devorando as suas entranhas
Ninguém venha dizer o que sinto
Se não eu uso de artimanhas
Que me levarão para um ponto distante
Bem pra lá do horizonte
E vocês nessa vida maçante
Enxergarão meu sorriso de longe
Sonhador, de olhos fechados
Talvez ninguém perceba o que eu percebo
Talvez eu seja mesmo inanimado
Neste mundo calado morrendo de medo
Por Meg, 08/05/2007

                      “É tanta violência na cidade, brother é tanta criminalidade”…


Estamos nos acostumando com os noticiários repletos de sangue, com os detentos arrebentando os cadeados, com nossas janelas gradeadas. Granadas, tiros, barulhos ensurdecedores de dia, de tarde, de noite…comércios abaixam as portas, escolas suspendem atividades: “Logo tudo vai passar. Amanhã é outro dia”, mas nossas esperanças estão virando utopia e as fábricas de nossos sonhos fecharam pelo não pagamento de impostos. Hoje fui testemunha de dor, desespero, MEDO! Minha cidade, antes tão tranqüila, caiu na teia desse mundo sangrento dos noticiários. A violência está por toda parte… nada de desculpas esfarrapadas, nossa memória curta não se lembra de João Hélio nem do palhaço assassinado perto do circo. As vítimas de bala perdida estavam no local errado, na hora errada e a culpa é do destino! Cada pessoa tem o seu…nesse mundo de meu Deus, quem ora mais, teoricamente, tem mais chances…
Mas chega de falar besteira que a violência costumeira um dia há de acabar, assim como as fábricas dos nossos sonhos serão reabertas… vamos, gente esperta, sorriso no rosto que amanhã é outro dia, mãos ao alto! Não é um assalto, lembrem que a culpa é do destino e de quem se permite ser enganado…

                       

Imagem extraída do Google

Criminalidade


Cantor: Edson Gomes
Composição: Indisponível

É tanta violência na cidade
Brother é tanta criminalidade
As pessoas se trancam em suas casas
Pois não há segurança nas vias públicas
E nem mesmo a polícia pode impedir
As vezes a polícia entra no jogo
A gente precisa de um super-homem
Que faça mudanças imediatas
Pois nem mesmo a polícia pode destruir
Certas manobras organizadas
É tanta violência na cidade
Brother é tanta criminalidade
A lua já não é mais dos namorados
Os velhos já não curtem mais as praças
E quem se aventura pode ser a última
E quem se habilita pode ser o fim
A gente precisa de um super-homem
Que faça mudanças imediatas
Pois nem mesmo a polícia pode destruir
Certas manobras organizadas
Não tudo um dia vai passar
Sei que tudo um dia vai mudar

Por Meg

(claudia.magnolia@hotmail.com ou claudiamagnolia@gmail.com)

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(UFA!)

claudiamagnolia    21:46 — Arquivado em: Sem categoria


2.5.07

Ninguém escapa!

Rai ai… talvez eu não tenha nada mais interessante mesmo para fazer numa tarde de quarta-feira…poderia estudar, ler os quatro livros que me emprestaram há tempos e que eu insisti tanto para me emprestarem, mas que até hoje não passei daquela parte que…como é mesmo o nome? Xovê…ai gente lembra aí aquilo que tem logo no início de tudo quanto é livro!! Dedicatória? Não, não! Han? Isso mesmo! Prefácio!(Ufa! Valeu hein? Te devo essa)… enfim, há uma série de coisas que eu poderia fazer nesta tarde, mas me deu uma vontade aqui de escrever sobre aquilo que todo mundo já teve e que nem sempre foi bem vindo: apelidos!

Então! Eu já tive vários! “Rapa de tacho”, “ Maria peidona”( alguém aí tapou o nariz?), “Bidunga”, “Dunguinha”, “Magali”( não que eu seja comilona sabe?! Implicância do povo!), mas nenhum desses foi tão traumatizante quanto “pernilongo”! Aff…pire aí eu quase uma menina-moça, entrando na adolescência e a galera da 5ª série toda mangando dos meus quase 5 palmos de pernas?! Mas td bem, eles não estavam tão errados, já que ninguém sabia o que era canela e o que era coxa, eu toda magrela e desengonçada, cheia de perna, parecendo um vara pau de shortinho colado na aula de educação física, correndo mais que ladrão fugindo da polícia, misericórdia!!!Tenho que concordar: eu parecia um pernilongo mesmo!

Mas graças a Deus, apelidos nunca me excluíram do convívio social e eu sempre levei na esportiva. Aprendi que quanto menos “trela” você dá, menos os apelidos te incomodam. Para muitas pessoas, lidar com apelidos maldosos não é uma tarefa fácil, afinal, quem está acima do peso, de certo não gosta de ser chamado de “Free Willy”, ou para quem está abaixo, ser taxado de “Olívia Palito” ou “Salsicha” também não é a melhor coisa do mundo. Apelidos que expõem aquilo que fisicamente está fora dos padrões de beleza impostos pela sociedade geralmente não são bem vindos, e há casos até de depressão ocasionados por isso. Defendo uma máxima muito bacana que diz assim: “ Não faça com ninguém o que não gostaria que fizessem com você”.

E como na vida geralmente tudo tem um lado bom, há também os apelidos carinhosos que vão desde o diminutivo do diminutivo do nome, a outros que fazem até um gigante virar um “bebê” (ôti gute-gute!!).

Por fim, ninguém escapa dos apelidos, mas tudo depende muito da dimensão que a gente dá as coisas, a maioria dos apelidos sacanas, com o tempo caem no esquecimento, os sarcásticos viram motivo de boas gargalhadas e os carinhosos são lembrados a vida inteira. Então, vai se estressar por quê né?

Bjs!!!

 

                                          

Por Meg!

(claudia.magnolia@hotmail.com  ou claudiamagnolia@gmail.com)

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claudiamagnolia    15:20 — Arquivado em: Sem categoria


15.4.07

Esse medo de mim

                                                     

Ai que vontade de escrever! Algo assim sem nexo, cheio de acentos circunflexos que denunciem essa minha vontade de chover sem molhar…essa vontade arriscar sem perder, mas talvez tenha chegado o tempo de crescer e eu ainda não me decidi…

Esses últimos encontros comigo têm me deixado ansiosa, isso aqui não é um diário, por isso mesmo eu não deveria deixar ninguém a par de mim…mas peraí…deixa eu me permitir mais uma vez, não vai demorar.

Coisas sem razão já não são coisas do coração, sem pé nem cabeça não compõem realidade, o avesso virou tropeço bom, estou feliz, tenho em quem me inspirar…Ouvindo Leoni deixo as lágrimas virarem palavras que dizem mais do que posso revelar, nesse momento já não tenho medo e a minha cara está descoberta, tragam pipoca e leite condensado: hoje eu vou me esbaldar!

Tem gente que me olha e diz coisas sem pensar, tem gente que nem me olha, gente de toda parte através desse vidro que se chama espelho: “40 dias no espaço, em algum planeta deserto, talvez de lá eu consiga voltar e ver o que eu não vejo de perto”…boa melodia, mas não me venham com utopia, pois vejo se quiser, não preciso me afastar…a distância é só pretexto….

Quando eu crescer, não me deixem levar minha menina nem arrancar minhas flores, quando eu crescer lembrem a alguém de cantar para mim o que embala meus sonhos… talvez tenha chegado o tempo e eu ainda não me decidi, talvez eu ainda tenha medo de mim, eu não quero ser grande.

PoR MeG
—————————————————————————————————-

Oi pessoas!
Tenho andado meio sumida, mas taí meu desabafo!
No próximo post eu “comento os comentários” que estou devendo viu?!
Um beijo e fiquem com Deus.
(claudia.magnolia@hotmail.com)

 

claudiamagnolia    0:13 — Arquivado em: Sem categoria


25.3.07

Domingos

Lembro de quando meus domingos eram tristes e frios. De quando eu passava a tarde inteira comendo besteira e assistindo merda na tv. As coisas mudam quando a gente permite, quando deixamos de lado os nossos medos enfeitados - pelo menos foi assim comigo.
Estava aqui relendo meus antigos escritos e encontrei um relato dos meus domingos…diz assim:

Meus domingos sozinha
Meus domingos vazios
Meus domingos chorando
Meus domingos sorrindo
Minha vida passando
Correndo parada
Lá fora sorrisos
Na minha janela
Tudo sempre igual
Domingo a domingo
Ora cantando
Ora dormindo
Monotonia
Pura chatice
Minha vida seguindo
Cheia de domingos…

Em 08.02.2004

Reescrevendo:

Meus domingos felizes
Meus domingos alegres
Meus domingos sem crises
Meus domingos leves
Minha vida fluindo
Correndo agitada
Lá fora sorrisos
Na minha janela
Sorrisos também
Domingo a domingo
Ora chorando
Ora sorrindo
Vivendo
Pura ventura
Minha vida seguindo
Cheia de domingos…

Em 25/03/2007

O importante é SE PERMITIR!

Por Meg
(
claudia.magnolia@hotmail.com)

claudiamagnolia    23:03 — Arquivado em: Sem categoria


13.3.07

Os tombos

Quando eu os via para lá e para cá com ela, eles e aqueles sorrisos explodindo felicidade, ficava com os olhos marejados de vontade de estar lá no lugar deles, com ela.

Sentia-me triste e bem dentro de mim calava uma mágoa da mãe e de mim mesma, pois era medrosa demais para desafiar quem tinha gerado a vida minha. E enquanto eles se divertiam e riam e caíam, se machucavam, levantavam, viviam! Eu, com os olhos marejados, observava-os invejosa, tentando criar coragem para o desafio.

Eis que enfim chegou o grande dia em que o monstro do saco já não me assustava. Lembro o quão decidida eu estava em ficar com ela, tomá-la em meus braços e fazê-la minha após tanto tempo de espera.
Foi mais fácil do que eu supunha. Tão logo a peguei, já a comandava. E me senti feliz quando caí e me machuquei, pois sabia que aquilo fazia parte do aprendizado (e como foi maravilhoso sentir-me viva, de fato!).

Porém, eles já não ligavam pra ela, não viam mais graça nela e eu me senti como quem chega por último em uma competição…e me senti sozinha. Ela, que eu tanto quis, me veio tarde… e eu culpei a mãe pelo que sua proteção demasiada havia me feito perder.
Mas sabia, aqui dentro, que era corajosa de menos e que se fosse um pouco mais, teria provado à genitora que embora os tombos machucassem, valiam a pena, por que eles são as lições que precisamos aprender.

Quando eu tiver meus filhos, o primeiro presente que darei a eles será uma bicicleta. Contarei a história de quando eu via meus amigos brincando com ela e vou desejar que meus filhos tenham sorrisos explodindo de felicidade, sem nenhum monstro do saco para atormentá-los. E se desta vez meus olhos marejarem, que seja da alegria de vê-los felizes, rindo, caindo e levantando, aprendendo as lições que os tombos podem nos ensinar.

Por Meg
(claudia.magnolia@hotmail.com)

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claudiamagnolia    16:32 — Arquivado em: Sem categoria


8.3.07

Parabéns!

                                        

Hoje é mais um dia para ser comemorado e eu queria muito escrever algo assim bem bacana para colocar aqui, mas estou em um daqueles dias em que a inspiração me falta num sabe?! Vai ver que ela (a inspiração) também quis comemorar o dia da mulher e está por aí, espairecendo em algum lugar com muita sombra e água fresca. Fazer o quê né?! Paciência…(hehe). 

Na foto, as duas mulheres guerreiras, lindas, exemplos de vida que mais amo neste mundo: Maria Freitas, minha mãe, e Clarice Carolina, minha irmã. Segue um poeminha (cujo autor é desconhecido) bem tolo que circula na net, mas que eu acho divertido!

Que mulher nunca teve Um sutiã meio furado Um primo meio tarado Ou um amigo meio viado?
Que mulher nunca tomou Um fora de querer sumir Um porre de cair Ou um lexotan para dormir?
Que mulher nunca pensou Em dar fim numa panela Jogar os filhos pela janela Ou que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou Para ter a perna depilada Para aturar uma empregada Ou para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca apertou O pé no sapato para caber A barriga para emagrecer Ou um ursinho para não enlouquecer?
Que mulher nunca jurou Que não estava ao telefone Que não pensa em silicone Ou que "dele" não lembra nem o nome?

Feliz Dia Internacional da Mulher


Leiam o texto que fiz sobre as mulheres mais importantes da minha vida: http://www.camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=8316

Beijos, fiquem com Deus.

Meg
(claudia.magnolia@hotmail.com)

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claudiamagnolia    1:00 — Arquivado em: Sem categoria


24.2.07

O monstro dos olhos verdes

                                                    

Então vamos lá! Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu ciúmes…vou dar três segundos ok? 01…02…03…OXE! Nenhuma pedrinha? Tá! Sou uma menina boazinha, dou mais dois segundos! 01…02…nossssssssa! Ninguém!!!Ah! Juram que vocês não vão ficar magoados se eu contar uma coisa? Mas é que, sem querer dar uma de sabichona, mas, leva a mal não…eu já sabia!
Essa história de não sentir ciúme é balela! Lógico que umas pessoas sentem mais que outras, tem gente que não consegue viver em paz por causa disso, como tem gente que quase não está nem aí. Outro dia uma mulher jogou um banco do sexto andar de um prédio para atingir o noivo (e quem se “F” foi um veinho que tava passando na hora e não tinha nada a ver com o caso, coitado!)…abismada, contei isso à uma amiga e esta me disse que teria jogado o sofá…quem güenta?
Já que ninguém está livre disso,o lance é saber lidar. Para isso, existem caminhos que variam de terapias à livros de auto-ajuda, com doses de bom senso, amor próprio, confiança e auto-estima. Há quem prefira mesmo esticar os cabelos, berrar, fazer ceninha e receber o troféu de boboca do ano, mas, como bem diz minha mãe: cada qual com seu cada qual.
A última vez em que dei uma crise de ciúme foi quando vi meu pai dando balas para uma criança aqui da rua. Na época, eu tinha 11 anos e a tal criança, 6. Painho sempre foi bobo por criança pequena e tudo o que eu queria era trucidar aquela criatura de 6 anos que estava “roubando” o meu herói. Me sentindo “ A Esperta”, falei pra ela que aquelas balas tinham um feitiço e que se as aceitasse, viraria uma rã de sete pernas. Ela me disse que adoraria ser uma rã de sete pernas. Fui para casa chorar no meu quarto, arrasada. E desde então procurei olhar com outros olhos a situação e passei a me juntar com papai para distribuir as tais balas, eu estava ali, ao lado do meu herói e aquela criança estava assistindo ao nosso espetáculo. A frase é velha, mas: “tudo depende da maneira como se vê”.
Para finalizar, vai aí uma de Shakespeare: “Os ciumentos não precisam de motivo para ter ciúme. São ciumentos porque são. O ciúme é um monstro que a si mesmo se gera e de si mesmo nasce. "

Beijos, queijos e até o próximo post!

Tchau!

Meg
[claudia.magnolia@hotmail.com]

claudiamagnolia    1:30 — Arquivado em: Sem categoria


21.2.07

Da cor de rubi

(Nesses momentos em que- Graças a Deus- me permito ser fraca)

É nessas horas em que mais sinto sua falta….horas em que aquela insistente lacuna do coração fica a tilintar de dor em meu peito …horas em que deito na cama em posição fetal e sinto falta da tua mão carinhosa a afagar meus cabelos.

Horas em que tu me colocavas no colo e enxugava as lágrimas que ninguém via, que ninguém sabia, lágrimas tão escondidas quanto delatoras. Respiro fundo agora e é só atravessar a rua que você estará lá. É só atravessar a rua e me dar conta que você já não pertence só a mim e que minhas aflições talvez devam ficar na umidade do meu travesseiro…

Quando me sinto pequena e até um pouco inútil, quando tenho essas minhas crises existencias, quando meu sorriso se esvai… lembro daquele dia de todo mundo contra mim(ou contra eu?), lembro do abraço apertado que você me deu…e de ver nos teus olhos esse amor por mim…ah! Eu lembro sim, dos nossos momentos felizes, das nossas confidências, dos filmes ultrapassados, do seu sorriso infantil…lembro até de quando fui eu que cuidei e enxuguei tuas lágrimas sinceras…

E agora, sinto sua falta e tenho vergonha de te procurar.

Maior que nosso laço consangüíneo é o nosso laço Divino. É o amor que sentimos um pelo outro. Mais que meu irmão, você é meu pai e minha mãe…quem eu tenho de verdade da cor de rubi. Que os leitores perdoem o meu desabafo e essa cara de inchada de choro…que os leitores perdoem essas palavras sem compreensão…peço ao menos que eles não riam dessa minha falta de você e espero que não achem piegas essa insistente lacuna que faz sangrar o meu coração…que eles não zombem de mim…ah! leitores, desculpem tê-los feito chegar até aqui! Esse foi apenas o meu desabafo da cor de rubi…

claudiamagnolia    0:04 — Arquivado em: Sem categoria
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