2.5.07

Ninguém escapa!

Rai ai… talvez eu não tenha nada mais interessante mesmo para fazer numa tarde de quarta-feira…poderia estudar, ler os quatro livros que me emprestaram há tempos e que eu insisti tanto para me emprestarem, mas que até hoje não passei daquela parte que…como é mesmo o nome? Xovê…ai gente lembra aí aquilo que tem logo no início de tudo quanto é livro!! Dedicatória? Não, não! Han? Isso mesmo! Prefácio!(Ufa! Valeu hein? Te devo essa)… enfim, há uma série de coisas que eu poderia fazer nesta tarde, mas me deu uma vontade aqui de escrever sobre aquilo que todo mundo já teve e que nem sempre foi bem vindo: apelidos!

Então! Eu já tive vários! “Rapa de tacho”, “ Maria peidona”( alguém aí tapou o nariz?), “Bidunga”, “Dunguinha”, “Magali”( não que eu seja comilona sabe?! Implicância do povo!), mas nenhum desses foi tão traumatizante quanto “pernilongo”! Aff…pire aí eu quase uma menina-moça, entrando na adolescência e a galera da 5ª série toda mangando dos meus quase 5 palmos de pernas?! Mas td bem, eles não estavam tão errados, já que ninguém sabia o que era canela e o que era coxa, eu toda magrela e desengonçada, cheia de perna, parecendo um vara pau de shortinho colado na aula de educação física, correndo mais que ladrão fugindo da polícia, misericórdia!!!Tenho que concordar: eu parecia um pernilongo mesmo!

Mas graças a Deus, apelidos nunca me excluíram do convívio social e eu sempre levei na esportiva. Aprendi que quanto menos “trela” você dá, menos os apelidos te incomodam. Para muitas pessoas, lidar com apelidos maldosos não é uma tarefa fácil, afinal, quem está acima do peso, de certo não gosta de ser chamado de “Free Willy”, ou para quem está abaixo, ser taxado de “Olívia Palito” ou “Salsicha” também não é a melhor coisa do mundo. Apelidos que expõem aquilo que fisicamente está fora dos padrões de beleza impostos pela sociedade geralmente não são bem vindos, e há casos até de depressão ocasionados por isso. Defendo uma máxima muito bacana que diz assim: “ Não faça com ninguém o que não gostaria que fizessem com você”.

E como na vida geralmente tudo tem um lado bom, há também os apelidos carinhosos que vão desde o diminutivo do diminutivo do nome, a outros que fazem até um gigante virar um “bebê” (ôti gute-gute!!).

Por fim, ninguém escapa dos apelidos, mas tudo depende muito da dimensão que a gente dá as coisas, a maioria dos apelidos sacanas, com o tempo caem no esquecimento, os sarcásticos viram motivo de boas gargalhadas e os carinhosos são lembrados a vida inteira. Então, vai se estressar por quê né?

Bjs!!!

 

                                          

Por Meg!

(claudia.magnolia@hotmail.com  ou claudiamagnolia@gmail.com)

Comentando os comentários do post : "Esperando a pessoa certa":

http://pormeg.blog.terra.com.br/esperando_a_pessoa_certa

 

claudiamagnolia    15:20 — Arquivado em: Sem categoria
6 Comentários
  1. Oi Meg, muito legal o assunto que você escolheu para falar, realmente apelidos mexem demais com os sentimentos das pessoas. E a melhor forma de lidar com isto é ver pelo lado bom. Concordo plenamente com você. Agora queria te perguntar algo totalmente nada a ver com seu blog que é como você faz para enviar mensagens para a Oficina de Escritores e outras comunidades do orkut? Obrigada pela ajuda e parabéns. Kisses

    Comentário por Priscilla — 2.5.07 @ 17:39

  2. Na rua onde moro até hoje meus então ‘arqui-rivais’ me chamavam de “Danivaca”, na escola eu fui “Macaco-Doca”, no futebol, “Torino” e “Tramontina-Faca-Cega” por causa da minha falta de jeito com o esporte de origem inglesa tão admirado no Brasil. Na adolescência, “Macarrão”, “Chupadinho” e “Taca Seca” por causa do meu físico e finalmente na Universidade, tive apelidos exóticos como “cocô a vapor” (por causa da flatulência), “Canela de Cinza”, “Boca de Pipeta”, “Boca de traço”, “Anaconda”, “Tripé de Jegue”, “Emule”, estes três últimos por motivos que prefiro não relatar aqui! (gargalhadas)
    Quando se é muito jovem os apelidos pejorativos, aqueles com o intuito de ‘sacanear’ soam como tortura nos ouvidos de quem os recebe, mas depois estes vão perdendo a “graça”, digamos assim e alguns acabam realmente tornando-se o “codinome” da pessoa, quem não conhece um “cabeção”, um “barrigão”, ou um “zoião”? Eu conheço até um “Boca de Sulapa” e um “Bico de Bule”, apelidos “carinhosos” que já se incorporaram aos seus donos!
    Te amo, você brilhante como sempre!

    Dan

    Comentário por Dan — 2.5.07 @ 18:56

  3. Oxi apelido
    td mundo já teve né…

    hj em dia tnh MUITO
    + apelidos
    d q antigamente(oia veia viu rsrs)
    + graças a Deus
    os d hj
    são tds carinhosos : )

    Bjks

    TE AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

    Comentário por Linda Nunes — 3.5.07 @ 0:23

  4. Olá, obrigada pelo convite pra conhecer seu blog.Vim e adorei o que vi e li.Foi uma delícia passear aqui.Beijos.

    Comentário por Tetê — 3.5.07 @ 22:42

  5. Ah, Meg! Quanto tempo, hein?

    Hahaha eu também estou com alguns livros a séculos e mal leio, bem, pelo menos já comecei um… ;)
    Eu aprendi a mesma coisa que ti em relação a apelidos, nunca dei bola.

    beeeijos Meg, se cuida!

    Comentário por Pathy — 8.5.07 @ 14:44

  6. Valeu Priscila, pela passagem! Dan, esses seus apelidos todos eu já conheço e os que vc distribui tb!!Rs…Só vc viu!!! Rsrsrsrs…Linda, como sempre, mais que presente! Te amo amiga! Tetê, volte sempre, fico muito feliz que tenha gostado do meu blog!! Patyh!!Sua presença é sempre mais que bem vinda, valeu pelo comentário, tô indo no seu blog agora me deliciar!

    Fiquem com Deus!

    Meg

    Comentário por Comentando os Comentários do Post " Ninguém escapa!" — 8.5.07 @ 22:10

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