26.11.06
Nossos sorrisos pela metade
Olho nossa fotografia e vejo nossos sorrisos mutilados, lado a lado em preto e branco, num dia ensolarado, cuja única penumbra era minha inquietação.
Eu que nunca havia acreditado nessa história de pra sempre, eu que nunca havia me entregado, joguei-me em tuas mãos. E sonhei.
De vez em quando olho nosso retrato em minha caixa de recordações… e o meu amor ainda vive.
Triste aceitar nosso fim, se eu apenas comecei. Me doei. E errei ao esperar algo em troca. Chora… que eu ainda não acabei.
Olho tudo em volta e vejo teu sorriso por inteiro, chego a sentir teu cheiro, mas não mais o seu calor. Dor e desespero. Perdoe o meu olhar verdadeiro, carregado de sua emoção.
Pra onde vou agora?
Jogar minha caixa no lixo, livrar-me do teu riso e pedir a minha amiga que redija a nossa história. Não quero nada meloso, nem triste e nem alegre. Um texto sucinto, para expor o que eu sinto e não tenho coragem de dizer.
Sei que você vai ler e enxergar nas linhas dela, que são minhas, meu coração pulsar vazio. Talvez me ache idiota, me xingue e nunca mais queira me ver. Mas meu consolo é saber que estas palavras chegarão até você, pois estou seguindo o seu conselho.
Ainda vejo teu sorriso por inteiro, aqui dentro. Mas nossa fotografia partida ao meio, revela nossa realidade. Segue em frente, boa viagem… que eu tenho umas coisas para resolver…depois então vou me embora, contar a minha amiga o fim da história, pra ela terminar de escrever.
A caixa de madeira envelhecida, muito antiga, presente de outra geração, vai pro lixo, levando consigo qualquer recordação. O retrato com os sorrisos mutilados, vai virar nada. E o texto sucinto, que minha amiga escreveu sobre o que sinto, nem quero ler, pois sigo em frente agora, e com sinceridade, não quero nada que me lembre nossos sorrisos pela metade.
Oi pessoas! Meio atribulada com trabalhos na faculdade, postei um texto escrito há algum tempo, a pedido de alguém especial.
Quem nunca ouviu pitangas de relacionamentos findados, levante a mão.
Todo amor é eterno enquanto dura.
Beijos…
Meg
claudiamagnolia
11:36 — Arquivado em: 

“..Quem nunca ouviu pitangas de relacionamentos findados, levante a mão…”
Te amo, minha vida! O texto está perfeito como sempre…
Dan
Comentário por Dan — 26.11.06 @ 13:48
com certeza amiga!!!
td amor é eterno enquanto dura
e qnd vc kmeça
a explicar o amor
é pq ñ ama +…
Bjks
Comentário por Linda Nunes — 26.11.06 @ 14:52
Afzzzzzzzzz!!!
Amigahhhh***
Textoooo Maix Ki Perfeitooooo!!!
Quasee Choreiii!
RsRs***
Te AmoOoO!
Parabénsssss!!!

Comentário por Mandisss*** — 26.11.06 @ 17:22
Gostei muito!Texto que nos motiva ao interesse pela leitura,por sinal muito bem redigido!
Comentário por LÃlia Amorim — 26.11.06 @ 21:26
Oi Meg, Gostei do texto, nunca o tinha lido. Pq ele é em forma d prosa???
É bem triste né? Espero nunca precisar falar isso pra ninguém.
Fica com Deus!
Comentário por Alvaro Tairone — 27.11.06 @ 1:03
Olá Meg,parabéns…Lindo!!
Eu achei seu texto verdadeira poesia.
Emquanto lia pensava no qto uma despedida nos deixa vulnerarável e ao mesmo tempo deloberadamente agressevoa para falar as pitangas toda como desabafo.
Beijussssssss
Comentário por muito legal — 27.11.06 @ 14:54
Olá Meg,
Que texto triste!!! :0( Porém muito lindo!!! Quando li, passou um filme dos meus sentimentos.
Gostei bastante do seu blog.
Beijocas
Mari
Comentário por Mari — 1.12.06 @ 9:39
Amiga,
Pq vc nunca mais postou textos???? Tá parecendo uma pessoa que conheço!!!!
Te amo e Tô morrendo de saudadessss
Bjos
Comentário por Francys — 19.12.06 @ 12:54
Oi. Gostei muito de seu texto.
Tenho guardada uma caixa de sapatos com recordações de amores e paixões que se foram. Não abro, nem quero abrir. Mas ficam no fundo do guarda-roupa, como fantasma de casa velha. Um dia podem voltar todos juntos para me assombrar. Que não se atrevam, ou vão direto para o lixo.
Visite meu blog: http://proncovo.blogspot.com
Comentário por Wanderley — 19.12.06 @ 14:55